MAURICIO RIBEIRO DA SILVA

 

Doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2007). Professor Titular da Universidade Paulista , Brasil.  Desenvolve pesquisas em Comunicação envolvendo questões relacionadas à Teoria da Mídia e Teoria da Imagem a partir de problemas vinculados ao espaço urbano.

 

Currículo Lattes

 

Vínculos hipnógenos e vínculos culturais nos ambientes da cultura e da comunicação humana

Palavras-Chave: Comunicação Humana. Vínculos Comunicacionais. Hipnogenia.

Resumo: Este trabalho trata da questão dos vínculos comunicacionais, buscando estabelecer diferenciações e similaridades em sua caracterização quando relacionados a ambientes ligados ao enredamento simbólico da cultura em contraste com o processo de iconofagia (Baitello Jr.), ocorrido no âmbito do consumo das chamadas imagens técnicas próprio da Mediosfera, conforme descrita por Contrera. Neste contexto, caracterizam-se duas tipologias: vínculos culturais e vínculos hipnógenos como formas essenciais que trazem em seu bojo a semente comum da experiência corporal (espacial) sob a qual se assenta todo o processo de vinculação e, portanto, de comunicação humana.

 

Trabalho produzido com Norval Baitello Jr. Grupo de Trabalho Comunicação e Cultura do XXII Encontro Anual da Compós, naUniversidade Federal da Bahia, Salvador, de 04 a 07 de junho de 2013.

O Espaço sem Corpo: a vida na superfície das imagens

Palavras-Chave: cultura; espaço; tempo; contemporaneidade.

Resumo: O homem contemporâneo encontra-se na intersecção de dois mundos: o mundo do corpo e o mundo da imagem, padecendo dos males próprios daqueles que não reconhecem nem seu lugar, nem seu tempo. Este trabalho trata das transformações da cultura e do espaço na contemporaneidade sob a ótica da transformação da velocidade imposta pela revolução nos meios de comunicação.

 

O espaço sem corpo: A vida na superfície das imagens. XIII Compós, 2004

O Simbólico e o Ciberespaço: O papel do imaginário na experiência cibernética da cidade

Palavras-chave: Ciberespaço; espaço; lugar; imaginação simbólica; anima mundi.

Resumo: O presente artigo problematiza a noção de ciberespaço enquanto lócus ocupado pelo social a partir da consideração dos aspectos imaginários e simbólicos presentes na atribuição de valores tradicionalmente associados à concepção de espaço ou, mais notadamente, ao conceito a ele vinculado de lugar. Trata-se de uma reflexão teórica que aproxima pensadores da cibercultura (Francisco Rüdiger, André Lemos) de autores das áreas da psicologia cultural (James Hillman), da etnologia (Marc Augé), da geografia humana (Yi-Fu Tuan) e da história das religiões (Mircea Eliade).

 

Texto publicado na revista ECO-PÓS. Comunicação, narrativas e territorialidades.  v. 16, n. 3, p. 98-112, set./dez. 2013.

O Corpo do no Espaço versus o Espírito de Nosso Tempo

 

Resumo: A mídia destaca com muita veemência as transformações do cotidiano proporcionadas pelo desenvolvimento de novas tecnologias, sobretudo as ferramentas de comunicação eletrônica, principalmente no que diz respeito ao tempo ‐ cada vez menor ‐ despendido em nossas tarefas. O que poucos discutem é a transformação implícita, talvez mais profunda, nas formas de organização do espaço. Destacam a crise pelas quais nossas cidades passam sem notar que, na verdade, estamos assentados sobre um território que não mais nos diz respeito. Uma certa forma de anacronismo. Nosso modo de viver não condiz com o lugar em que vivemos. Muitos apresentam destacam nossa vida como se vivêssemos em um mundo sem espaço e sem tempo: sincrônico, ubíquo, inpalpável, incorpóreo. Online. Pura comunicação. Esquecem‐se, como se fosse possível a separação, de nossa "primeira realidade", nos termos de Bystrina.

 

Revista de Comunicação, Cultura e Teoria da Mídia. Ghrebh‐. n.1. São Paulo: outubro/2002

Do espaço para a imagem, da imagem para o espaço: sobre a capacidade da imagem midiática em moldar a forma arquitetônica

Palavras-Chave: Comunicação; Imaginário; Imagem; Megaeventos; Arquitetura.

Resumo: Este estudo teve como objetivo discutir a relação entre o espaço edificado e a imagem midiática para além de sua organização visual, na qual elementos arquitetônicos ou urbanos apresentam-se como componentes da imagem ou indutores de novas formas visuais. Discutimos, por outro lado, a importância da imagem midiática para a definição das formas arquitetônicas. Em outras palavras, dado o contexto de megaeventos esportivos cujo caráter midiático é fortemente guiado pela produção e difusão de imagens jornalísticas, impõe-se ao espaço urbano a necessidade de ajustes que permitam a maximização da própria imagibilidade. Para isso, trabalhamos com contribuições provenientes das Teorias da Imagem e Mídia (Contrera, Flusser, Pross, Baitello Jr.), Cultura e Imaginário (Huizinga, Durand) e Arquitetura e Urbanismo (Lynch).

 

Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação - COMPÓS XXIV. Brasília: 2015.

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Na Órbita do Imaginário

Palavras-Chave: Comunicação; Espaço (Arquitetura); Imagem Corporal; Imaginário; Publicidade; Representação (Filosofia)

Na Órbita do Imaginário: comunicação, imagem e espaços da vida. São José do Rio Preto, SP: Bluecom Comunicação; São Paulo: UNIP, 2012. 

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De Babel a Cidade do Céu: a vertical, do mito a imagem.

Palavras-Chave: Artigos - Coletâneas; CISC - Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da Mídia; História; Comunicação; Comunicação e cultura;  Mídia.

De Babel a Cidade do Céu. A vertical, do mito à imagem. In: BORNHAUSEN, D. A.;

MIKLOS, J. e SILVA, M. R. Cisc 20 Anos. Comunicação, Cultura e Mídia. São José do Rio Preto:

Bluecom, 2012.

Os Símbolos são mais Altos que os Homens

Palavras Chave: Comunicação; Cultura; Espaço; Cidade

Resumo: Quando os homens resolveram construir a grande torre, Babel, foram punidos por Deus pela ousadia de quererem chegar aos céus. Deus, aquele que tudo vê, vê tudo porque está acima de todas as coisas. As almas dos homens bons têm o céu como endereço certo. Outros deuses escolheram o Olimpo para morar. Espíritos pairam sobre o Monte Fuji. Hoje satélites, que estão acima de todos, tudo vêem e definem as rotas dos mísseis intercontinentais guiados pelos deuses contemporâneos da guerra. Como Hermes, o deus da comunicação e do transporte, também orientam a conduta dos aviões e gerenciam o trânsito dos helicópteros. Em São Paulo a verticalidade das torres das igrejas, que apontavam a Deus no céu, foi superada pela verticalidade das torres das indústrias depois superadas pela verticalidade das sedes dos bancos, finalmente superadas pelas antenas de televisão. Nesta Babel contemporânea vemos as antigas torres das igrejas de cima para baixo e, como lá, lutamos para estabelecer vínculos de comunicação.

 

BAITELLO JR, N. et alli (orgs.) Os símbolos vivem mais que os homens, São Paulo:

Annablume, 2006.

Os Caminhos da Incomunicação

Palavras-Chave: Comunicação de Massa; Meios de Comunicação; Cultura; Comunicação; Incomunicação; Cinema. 

SILVA, M. R. . Os Caminhos da Incomunicação. In: Malena Segura Contrera; José

Eugenio de Oliveira Menezes; Norval Baitello Junior. (Org.). Os Meios da

Incomunicação. 1ed. São Paulo: Annablume, 2005.

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